Contas, processos e decisões de quem vende comida
Artigos práticos para dono de restaurante, lanchonete, mercado e açougue: margem por pedido, precificação, estoque, imposto, custo de equipe e taxa de entrega — com as contas feitas.
Quanto sobra para você em cada pedido
Faturamento alto com caixa apertado quase sempre é a mesma coisa: ninguém fez a conta do que sobra por pedido. Ela tem seis linhas e cabe num guardanapo.
Ler o artigo →Ficha técnica e preço de venda: como parar de chutar o preço do prato
Quase toda tabela de preços de restaurante tem o mesmo erro de matemática: multiplicar o custo pela margem desejada em vez de dividir. A diferença passa de dez pontos.
Ler o artigo →Controle de estoque na prática: quando comprar e quanto comprar
Faltar produto no sábado e ter caixa vencendo na segunda são o mesmo problema: comprar por memória. Duas contas resolvem, e nenhuma precisa de planilha complicada.
Ler o artigo →MEI ou Simples Nacional: qual regime para quem vende comida
O MEI é mais barato até certo faturamento, e depois dele vira armadilha. O ponto de virada tem conta, e quem só descobre na hora do estouro paga caro.
Ler o artigo →Quanto custa de verdade um funcionário
Quem calcula contratação pelo salário erra por larga margem. O custo real tem provisões que só aparecem no caixa meses depois, quando já é tarde para rever o preço.
Ler o artigo →Quanto cobrar de entrega sem perder dinheiro no bairro distante
Taxa fixa parece simples e é o jeito mais silencioso de perder dinheiro: o pedido de 8 km paga o mesmo que o da esquina, e só um dos dois dá lucro.
Ler o artigo →Engenharia de cardápio: os quatro grupos e o que fazer com cada um
Seu cardápio tem quatro tipos de prato, e cada um pede uma decisão diferente. Tratar todos igual é o motivo de promoção boa dar prejuízo.
Ler o artigo →Fiado sem perder dinheiro: limite, prazo e a hora de parar
Fiado no caderno funciona até a terceira página. O que quebra não é o calote grande, é a soma de dez contas pequenas que ninguém somou.
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